Arquivo mensal: fevereiro 2016

A FORÇA DO VERBO

palavras

“Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não passarão.” Marcos 13:31

A palavra é a materialização dos sentimentos mais íntimos do ser.

A força do verbo é capaz de impulsionar o progresso do indivíduo ou da comunidades, ou promover a queda nos despenhadeiros da sombras.

A energia expressa através do verbo já era estudada pelos colégios dos sábios do passado. Confrarias e mosteiros foram erguidos em todas as épocas, em cujo interior se aprendiam e exercitarem o poder e o alcance da palavra como agente criador e modelador da forças interiores da alma.

O verbo dá forma ao pensamento. A energia benéfica da palavra desveste-a de poder, que modela, em torno de quem a pronuncia ou no local para onde é dirigida, os fluidos ambientes. Nasce assim a força do mantra, que, pela repetição harmoniosa, cria uma egrégora sadia com a qual são alimentadas as aspirações e as inspirações superiores da humanidade.

A palavra é uma conquista do espírito, que ao longo dos séculos, desenvolve o seu potencial rumo a maiores definições para expressar a sua imortalidade.

Com o uso da palavra, o homem terrestre cria a guerra, destrói, subjuga, mata, atrofia as forças da alma. Utilizando-se da palavra, o homem constrói a paz, eleva a alma, promove a vida, cria esperança, incentiva o progresso e faz luz em torno de si.

Já escreveu um sábio do passado: “No princípio era o verbo”, dessa maneira nos ensinando que a palavra ou o verbo é o único de toda a realização no mundo da forma. Isso nos faz refletir quanto ao uso que se faz dessa força que se materializa através da boca.

A palavra, quando pronunciada, não tem mais retorno; modela nos fluidos ambientes e na luz astral aquilo que ela materializou. Quando retida ou educada em seus primeiros impulsos poderá evitar desastres e conflitos dolorosos. Quando melodiosa, poderá elevar o sentimento e o pensamento às viagens do universo interior.

A palavra é um recurso desenvolvido pelo homem, sob cujo poder ele expressa a inspiração com que se afiniza. S0b a intuição superior, o homem expressa pelas palavras o bem e o belo, para a elevação própria e das coletividades.

Venceremos!

Robson Pinheiro pelo espírito de Alex Zarthú – livro Serenidade.

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O SELO DO AMOR

 

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Pelo caminho da ascensão espiritual, denominado “cada dia”, encontrarás variados recursos de aprimoramento, a cada passo.É o trabalho que te espera a noção de responsabilidade no devotamento ao dever.É a oportunidade de praticar o bem, incessantemente.

É o companheiro da parentela consanguínea que te não compreende ainda e, junto do qual, podes exercer o ministério do auxílio e do perdão.

É o adversário que te combate os propósitos de melhoria com quem a luta te possibilita a hora de paciência e aprendizado.

É a tentação sedutora, que nasce das profundezas de teu próprio ser, em cujo clima é possível desenvolver a tua resistência para a aquisição de novo poder moral.

É o espinho que te fere ou a pedra que te maltrata, que se fazem benfeitoras de tua jornada, por te descerrarem o santuário da prece e da humildade, se a tua mente vive acordada à luz do Senhor.

É a dificuldade que, muitas vezes, te surpreende nos lábios dos mais queridos, constrangendo-te à consolidação de virtudes imprecisas.

Segue, pois, adiante, amando, crendo, esperando e servindo sempre.

Cada obstáculo e cada amargura guardam raízes no processo educativo de nossa própria regeneração.

Cada ensinamento tem o seu lugar, a sua hora e a sua finalidade.

Aproveitar semelhantes bênçãos, de conformidade com os padrões de Jesus, que passou entre nós fazendo o bem, que nos ama desde o princípio e que permanecerá conosco, até o fim dos séculos.

Dirás, talvez, diante de nosso apelo: – “Não compreendo, não me lembro, não posso”.

O Senhor, entretanto, não nos impõe fardos que não possamos suportar, não nos endereça problemas que não estejamos aptos a resolver e jamais esqueçamos de que a reencarnação traz o selo do amor divino, em benemérito esquecimento, enriquecendo-nos de bênçãos de reaproximação, fraternidade e serviço, a fim de executarmos, percalços invencíveis, o trabalho de nossa própria redenção.

Emmanuel

Do livro Taça de Luz, obra mediúnica psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier.

NÓS E OS OUTROS

 

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Quando te sintas à beira de pesar e desânimo, diante dos contatos sociais menos felizes, reflete na importância dos outros.

Certamente, não nos é lícito aceitar os golpes e os preconceitos que os irmãos menos esclarecidos nos queiram impor, de vez que atendemos ao tato fraterno, em bases de respeito e discernimento.

Não podemos, no entanto, esquecer que os outros são para nós:

Os companheiros do caminho;

Os associados de ideal;

Os colegas de aprendizado;

Os fornecedores de serviço;

Os mensageiros do pensamento que arremessamos na direção do futuro;

Os ouvintes de nossas palavras;

Os leitores das páginas que mais amamos;

Os simpatizantes da causa a que empenhamos o coração;

Os consumidores de nossas ideias;

Os cultivadores dos princípios que nos clareiam a estrada;

Os continuadores do esforço que nos marca a existência;

Os amigos de nossas realizações.

Por muito te doam os desencantos adquiridos na comunidade social, que, aliás, correspondem a preciosas lições de que todos temos necessidade, na escola da experiência, medita na importância dos outros!…

Eles são efetivamente Nossos Irmãos e tudo aquilo que fizermos aos outros, determinam as Leis da Vida seja debitado ou creditado, em nossa conta, diante da Humanidade – Nossa Família Maior.

Emmanuel

Do livro Hoje, obra mediúnica psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier.

CHAVES LIBERTADORAS

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Desgosto. Qualquer contratempo aborrece. No entanto, sem desgosto, a conquista de experiência é impraticável.

Obstáculo. Todo empeço atrapalha. Sem obstáculo, porém, nenhum de nós consegue efetuar a superação das provas deficiências.

Decepção. Qualquer desilusão incomoda. Todavia, sem decepção, não chegamos a discernir o certo do errado.

Enfermidade. Toda doença embaraça. Sem a enfermidade, entretanto, é muito difícil consolidar a preservação consciente da própria saúde.

Tentação. Qualquer desafio conturba. Mas, sem tentação, nunca se mede a própria resistência.

Prejuízo. Todo golpe fere. Sem prejuízo, porém, é quase impossível construir segurança nas relações uns com os outros.

Ingratidão. Qualquer insulto à confiança estraga a vida espiritual. No entanto, sem o concurso da ingratidão que nos visite, não saberemos formular equações verdadeiras nas contas de nosso tesouro afetivo.

Desencarnação. Toda morte traz dor. Sem a desencarnação, porém, não atingiríamos a renovação precisa, largando processos menos felizes de vivência ou livrando-nos da caducidade no terreno das formas.

Compreendamos, à face disso, que não podemos louvar as Dificuldades que nos rodeiem, mas é imperioso reconhecer que, Sem Elas, eternizaríamos paixões, enganos, desequilíbrios e desacertos, motivo pelo qual será justo interpretá-las por Chaves Libertadoras, que funcionam em nosso Espírito, a fim de que nosso espírito se mude para o que deve ser, mudando em si e fora de si tudo aquilo que lhe compete mudar.

André Luiz

VENCEREMOS!!

Do livro Paz e Renovação, obra mediúnica psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier.

O GRATO PERÍODO APÓS A MATURIDADE

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Viver sem ter medos.

Acreditar que estamos estagiando nesta encarnação para aprender… Como tantas já se foram e tantas virão.

Te fé. Poderosa ferramenta contra os medos.

Ler as mensagens edificantes e confiar no que se está lendo. Refletir… Buscar qual parágrafo nos chamou mais atenção, pois, é ali que devemos observar e vigiar…

A vida é assim, precisamos nos esforçar para vencer os vícios, as manias a preguiça… Fazer e sempre, aquilo que a nossa consciência sinaliza, pois ela é o farol que nos guia. Sem medos, olhando para frente. Confiando; mas também percebi que se adquire confiança, quando se está em paz com a consciência, quando o dever está cumprido.

Veja que interessante… A natureza nos impulsiona à elevação, só nos sentimos bem e próximos do Criador, quando fazemos o  bem e quando cumprimos nossos deveres.

Quanto mais força de vontade, contra nossas más tendências, mais, felizes e seguros estaremos. Venceremos.

Abaixo trago O texto que trago, intitulado “O Grato Período Após a Maturidade” me fez pensar… Olhar para dentro de mim, e enxerguei mais um pedacinho do meu eu.

Por isso escrevo, transcrevo, para você que assim como eu precisa aprender a se amar, aprender a se conhecer.

Boa Leitura!

Elaine Saes

O GRATO PERÍODO APÓS A MATURIDADE

Cínthia Cortegoso

Grande parte das pessoas não vive, pois se não está arrependida por ações do passado, a preocupação com o futuro lhe tira toda a atenção do presente. Quantos confessam, medo, perante os dias de uma idade avançada e nem gostam de pronunciar a palavra velhice. Acho graça desse sentimento. Não é o fato de envelhecer, mas, sim, as escolhas realizadas e a necessidade para a evolução do espírito. Pode ser que o pior já tenha passado e a soma das muitas décadas vividas seja calma e feliz. O estado de espírito será a bússola no alto-mar da vida, independente de idade.

Como, para quase tudo, o tempo é a oportunidade de progresso e reajustamento, para a matéria, ele naturalmente também desenvolve o desgaste… o enfraquecimento… a fragilidade, mas sem ser algo instantâneo, a adaptação é gradual com o curso e os seus estágios. De regra, ninguém amanhecerá idoso, a não ser aquele que fechou os olhos e os sentidos do coração e não quis viver.

Nenhuma preocupação quanto a isso haverá se o agora for vivenciado com valor, respeito e gratidão visto que tudo sofre a lei universal. E por haver o reconhecimento de tão nobre oportunidade é que, a partir de hoje, novo brilho a cada dia poderá iluminar o caminho, pois a luz da vida é permanente.

Sorrir mais; relevar coisas pequenas; amar além; orar; agradecer; brincar com crianças e também como crianças; querer ter mais tempo para pessoas, animais e natureza; apreciar o idoso hoje para amanhã haver alguém que nos queira acompanhar. Como desde o princípio, a qualidade das flores será de acordo com as sementes plantadas e o cuidado ministrado.

O modo como se deseja viver é reavivado continuamente. Cada um, neste momento, sabe se está vivendo favorável ou não à felicidade futura, e caso seja positiva a análise, sempre haverá algo ainda a se aprimorar, mas se por ventura a observação for negativa, haverá a oportunidade de renová-la e de com amor fazer renascer o melhor da caminhada. E pelo fato indiscutível de sermos os responsáveis por tudo em nossa vida, não poderemos reclamar… a não ser aprendermos com mais um exemplo.

Então, se algo a não mais realizar se repetir é criar expectativas estressantes e negativas quanto ao tempo das experiências. Viveremos o resultado das sementes plantadas ou ainda das escolhas necessárias para o progresso… escolhas, várias vezes, muito amenizadas pela Divina Providência.

E se o céu azul brilha sobre nós, a terra fértil nos alimenta, o vento sopra em todas as paisagens, a chuva dá vida às flores, o sorriso da criança anima o dia, bons amigos nos amparam e nos orientam e o Universo torce pelo sucesso de cada um de nós, pois bem, com muito amor pela vida, seremos idosos felizes e realizados por aproveitarmos de maneira valorosa mais uma vivência. Mas se exaustos e fragilizados estivermos pelo tempo, uma mão, doce e amiga, amorosamente nos será estendida e se ouvirá este lindo pedido: “Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados e eu vos aliviarei.

CÍNTHIA CORTEGOSO

cinthiacortegoso@gmail.com

BLOG https://contoecronica.wordpress.com/

SENTIMENTOS FRATERNOS

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“Quanto, porém, à caridade fraternal, não necessitais de que vos escreva, visto que vós mesmos estais instruídos por Deus que vos ameis uns aos outros. “Paulo –

(I Tessalonicenses, 4-9)

 

Forte contra-senso que desorganiza a contribuição humana, no divino edifício do Cristianismo, é o impulso sectário que atormenta enormes fileiras de seus seguidores.

 

Mais reflexão, mais ouvidos aos ensinamento de Jesus e essas batalhas injustificáveis estariam para sempre apagadas.

 

Ainda hoje, com as manifestações do plano espiritual na renovação do mundo, a cada momento surgem grupos e personalidades, solicitando fórmulas do Além para que se integrem no campo da fraternidade pura.

Que esperam, entretanto, os companheiros esclarecidos para serem efetivamente irmãos uns dos outros?

Muita gente se esquece de que a solidariedade legítima escasseia no ambientes onde é reduzido o espírito de serviço e onde sobra a preocupação de criticar. Instituições notáveis são conduzidas à perturbação e ao extermínio, em vista da ausência do auxilio mútuo, no terreno da compreensão, do trabalho e da boa vontade.

Falta de assistência? Não.

Toda obra honesta e generoso repercute nos planos mais altos, conquistando cooperadores abnegados.

Quando se verifique a invasão da desarmonia nos institutos do bem, que os agentes humanos acusem a si mesmos pela defecção nos compromissos assumidos ou pela indiferença ao ato de servir. É que ninguém peça ao Céu determinadas receitas de fraternidades, porque a fórmula sagrada e imutável permanece conosco no “amai-vos uns aos outros”.

Emmanuel – livro Pão Nosso  – psicografado por Francisco Cândido Xavier

 

 

 

LIBERTAR-SE E LIBERAR-SE

“Ora, o aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei.” I Coríntios 15:56

a caverna moderna

Ansiando por liberdade, o homem se defronta com impedimentos sociais ou fatores psicológicos que o inibem diante do mundo.

Na volúpia avassaladora que o domina, torna-se produto de uma sociedade massificada, arrastado pelo desejo que o envolve. Perde a espontaneidade ante a busca de sua liberdade. Acaba por prender-se aos comportamentos programados, sem contudo, alcançar a sua realização.

A massificação invade as comunidades da Terra e o homem perde a sua identidade, perdendo a sua liberdade.

O ser tenta uma existência anômala, em que reveste da máscara para cobrir sua insegurança ou seu desequilíbrio.

A liberdade sonhada perde o seu atrativo, e o homem mergulha nas águas turvas dos desejos e das paixões.

A negação da realidade, a omissão do afeto e da realização são o que as religiões chamam de pecado. É a inversão que o ser comete ao trocar o modesto pelo soberbo.

Nessa fuga da realidade e na perda da identidade, as pessoas têm medo de descobrir que são elas que tentam enganar a si mesmas; preferem se sentir vítimas a se ver como pessoas simples.

É preciso urgentemente retomar a simplicidade. Simplificando a vida, a liberdade interior refulge com um sol.

Libertar-se é banhar-se de luz, é conscientizar-se, seja no mundo físico ou no espiritual; é abrir os olhos para ver e à medida que enxergar, deslumbrar-se com a verdade da vida espiritual.

O elemento psicológico mais importante para o ser é a sua consciência, que não pode se negada.

Ser livre é ser bom, conscientemente. Ser livre é também, acatar a verdade que existe dentro de cada ser, recusando as máscaras da escravidão.

quebrando algemas

Venceremos!

Robson Pinheiro pelo espírito Alex Zarthú – livro Serenidade